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Cadastro positivo automático impulsiona mais crédito imobiliário, diz Serasa

A inclusão automática de consumidores ao cadastro positivo e o potencial de que a medida impulsione o acesso a crédito no país poderiam injetar R$ 1,1 trilhão no setor imobiliário, em especial o de imóveis populares, estima estudo da Serasa Experian. O segmento automobilístico, com carros na faixa de R$ 45 mil, poderia se beneficiar de outros R$ 159 bilhões.

Assim como outros birôs de crédito, a Serasa defendeu a medida, questionada por órgãos de defesa do consumidor, mas que acabou aprovada pelo Senado na quarta-feira (13). O texto segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

A relação entre todo o montante de crédito concedido no país e o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro está em 47,4%, de acordo com a Serasa, mas tem potencial para subir para 67% com a implementação do cadastro positivo. A modalidade deve estar em funcionamento no final de agosto.

O cadastro positivo é um banco de dados de consumidores que inclui informações não só de créditos em dia ou atraso —este último usado para compor as listas de negativados—, mas também o histórico de pagamento de contas de consumo, como luz, água e telefone.

Defensores do projeto dizem que, com mais informações sobre os clientes, será possível conceder empréstimo a taxas mais justas e incluir no mercado pessoas que hoje não têm acesso a crédito.

O cadastro positivo existe desde 2011, mas, por ser de adesão voluntária (na contramão de prática de outros países), conta com apenas 11 milhões de nomes.

Segundo a Serasa, cerca de 137 milhões de pessoas poderiam tirar algum proveito da inclusão no cadastro positivo, um montante que representaria 88,5% da população adulta do país.

Desses, 114,1 milhões já têm um escore —nota que mede o risco de um calote— considerado adequado para a obtenção de crédito no mercado, diz o birô. Mas outros 22,6 milhões de pessoas não estão inadimplentes, só que, pela falta de informações a respeito de seus créditos e hábitos, não têm acesso a empréstimos no mercado.

“Essa média estimada de 67% ainda está bem atrás do que se espera para um país do porte do Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, é mais de 100%. Para montantes maiores de empréstimo, como no financiamento de uma casa, é natural que os bancos precisem de uma análise mais detalhada, por isso o cadastro positivo pode ajudar especialmente nessa área”, diz Vander Nagata, vice-presidente de informações sobre o consumidor da Serasa Experian.

As mudanças no esquema do cadastro foram defendidas tanto pelo Banco Central quanto pela Febraban (associação dos bancos) como formas de reduzir as taxas de juros cobradas do consumidor e o risco de inadimplência às instituições, o que aliviaria também o spread (diferença entre o custo de captação e a taxa cobrada no empréstimo). A inadimplência é responsável por cerca de 39% do custo do crédito, segundo relatório do BC de 2017.

Para Joelson Sampaio, coordenador do curso de economia da FGV EESP (Escola de Economia de São Paulo), o potencial da medida recai mais sobre o spread, porque “o que leva as pessoas a consumirem não é apenas o juro mais baixo”, ele afirma. O professor acrescenta, no entanto, que há uma chance ao menos marginal de que as taxas cobradas lá na ponta dos clientes também caiam.

Instituições de defesa do consumidor alegam que a lei compromete a privacidade e a segurança de dados das pessoas. Além disso, Bárbara Simão, pesquisadora em direitos digitais do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), aponta que a falta de informação sobre o assunto é um entrave.

A regra para inclusão automática passa a valer 90 dias após a sanação da lei. Nesse período, a inclusão no cadastro permanece voluntária. Após esse prazo, o consumidor deverá ser comunicado em até 30 dias de que seu cadastro foi aberto.

Caso não queira participar, precisará pedir a exclusão a um dos birôs de crédito, como Serasa, SPC Brasi e Boa Vista. A solicitação é gratuita.

Depois da carência de 90 dias, os birôs poderão incluir clientes automaticamente, mas só poderão fornecer o escore após 60 dias.

“As pessoas não sabem direito ainda o que é o cadastro positivo. É pouco tempo considerando a complexidade da matéria, existe um problema de informação também”, diz.

Fonte: ibrafi.org.br

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Imóveis: MDR E Caixa anunciam condições de crédito com FGTS

As novas condições de financiamento habitacional com recursos do FGTS, nos programas Minha Casa Minha Vida e CCFGTS, destinados às pessoas físicas – tanto nas operações individuais como ligadas a empreendimentos – estão em vigor. As novas regras estão amparadas pela Resolução CCFGTS 904/2018, Instrução Normativa Ministério das Cidades 42 e 43/2018 e Instrução Normativa Ministério do Desenvolvimento Regional 06/20019.

Dentre as principais novidades, estão a mudança nos limites de valor do imóvel para municípios com população inferior a 50 mil habitantes e do subsídio para imóveis em municípios com menos de 20 mil habitantes. Os limites de valor de imóvel para a faixa 1,5 permanecem inalterados

Também foram alteradas as condições para subsídios nos dois últimos recortes territoriais dos programas. O valor máximo do subsídio para a faixa 1,5 do PMCMV, R$ 47,5 mil, será mantido para os mutuários com renda bruta até R$ 1,2 mil. Rendas superiores terão redução progressiva do subsídio. Para os beneficiários da faixa 2, o valor máximo de R$ 29 mil permanece para os mutuários com renda familiar bruta mensal de até R$ 1,8 mil, de acordo com a região em que estiver localizado o imóvel.

“Com essas novas condições, a Caixa está com plena capacidade para atender a demanda por moradia no mercado imobiliário e aplicar todo o orçamento disponível para 2019, promovendo o aquecimento da economia, gerando empregos e rendas, além de contribuir para a redução do déficit habitacional do País”, destacou a Caixa, em nota. 

Fonte: ibrafi.org.br

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Governo vai liberar R$ 700 milhões para o Minha Casa

Depois da pressão de prefeitos e parlamentares insatisfeitos com a paralisia quase completa do Minha Casa Minha Vida (MCMV) nos dois primeiros meses do ano, o ministro da Economia, Paulo Guedes, decidiu liberar R$ 700 milhões para pagar parcelas vencidas às construtoras que participam do programa habitacional. A informação foi antecipada pela colunista Sonia Racy. Além de pagar as parcelas atrasadas, os recursos também devem garantir o fluxo de despesas pelo menos até o fim de março.

Os financiamentos do MCMV são feitos com recursos do FGTS. Para as faixas de renda mais baixa, porém, há um subsídio com recursos do Tesouro Nacional. E é nesse repasse que está o problema. Como o governo decidiu fazer um forte controle dos gastos no início do ano, isso acabou afetando os financiamentos.

Segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), as contratações de unidades do programa recuaram de 78 mil em janeiro do ano passado para 14 mil em janeiro deste ano. Sem dinheiro para continuarem os empreendimentos, pequenas companhias chegaram a desmobilizar canteiros. A estimativa do setor é que entre 20 mil e 30 mil funcionários ligados a essas obras teriam sido dispensados no bimestre.

A promessa de liberação dos recursos foi vista com alívio pelo presidente da CBIC, José Carlos Martins. “Acredito que a situação voltará ao normal a partir de abril. Isso é fundamental, porque o PIB da construção caiu 2,5% em 2018 e acumula uma retração de 27,7% nos últimos cinco anos”, disse. Segundo Martins, o MCMV representa cerca de dois terços do mercado residencial no País.

A decisão de liberar os recursos foi tomada nesta semana, após reunião de Guedes no Palácio do Planalto com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto – responsável pelo programa.

O Estadão/Broadcast apurou que foi feito um apelo para que a equipe econômica abrisse uma exceção na contenção de gastos e acelerasse a liberação de recursos para o programa, para compensar os atrasos do começo do ano.

Orçamento – Procurado pela reportagem, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) admitiu, em nota, que a programação orçamentária e financeira do governo federal estava com limites mensais insuficientes às necessidades de pagamento do programa para janeiro e fevereiro. “Para compensar os desembolsos desses dois meses e regularizar os repasses a partir de março, o MDR solicitou ao Ministério da Economia a antecipação de limites de pagamento da pasta”, informou o ministério.

Ainda segundo o MDR, o Ministério da Economia vai publicar uma portaria nos próximos dias elevando a capacidade de pagamento da pasta em R$ 450 milhões em março. Com isso, o volume disponível até o final do mês será de R$ 700 milhões – já que R$ 250 milhões já estavam na programação. “Para garantir a execução do programa no decorrer do ano, a União, por meio da Junta de Execução Orçamentária (JEO), discutirá neste mês o cronograma de desembolsos”, completou a nota do ministério.

Os recursos previstos no Orçamento de 2019 para o programa habitacional somam apenas R$ 4,6 bilhões, o menor volume desde que o Minha Casa Minha Vida foi criado, em 2009. Durante a transição de governo, a equipe do presidente Jair Bolsonaro chegou a cogitar trocar o nome do programa para Casa Brasileira, desvinculando-o das gestões petistas. 

Fonte: ibrafi.org.br

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Blocos de carnaval para crianças: veja a programação de São Paulo para 2019

Os pequenos também podem ir para a rua e curtir o carnaval! Veja qual a programação para o pré, o feriado e o pós-carnaval na cidade de São Paulo

Os blocos de carnaval de São Paulo são um sucesso e estão atraindo cada vez mais turistas para a capital paulista. Engana-se quem pensa que a diversão é apenas para os adultos. Na verdade, existe uma série de blocos de carnaval para crianças que agitam as ruas da cidade.

Com muita fantasia e purpurina, os pequenos também podem ocupar a cidade e se divertir nos blocos de carnaval para crianças . Da Zona Norte a Zona Sul de São Paulo, a programação de 2019 promete! 

Blocos de carnaval para crianças em São Paulo

Veja a principal programação de bloquinhos infantis de São Paulo para o carnaval 2019 :

  • Mamãe Eu Quero

Fundado em 2015, o bloco Mamãe Eu Quero agita as ruas de Perdizes, Zona Oeste de São Paulo. Quem comanda a festa é a Bateria Encantada, que apresenta músicas infantis e clássicos de cantores como Gonzaguinha e Cartola.

Onde: Praça Irmãos Karmam, Perdizes

Quando: 23 de fevereiro (sábado), às 10h

  • Fraldinha Molhada

Fraldinha Molhada é um bloquinho infantil que diverte as crianças no bairro do Tatuapé, Zona Leste da cidade. Serão dois dias de festa.

Onde: Rua José Oscar Abreu Sampaio, 310, Tatuapé.

Quando: 24 de fevereiro (domingo), às 9h.

9 de março (sábado), às 14h.

  • Bloquinho da Vila

O Bloquinho da Vila é um bloco de carnaval infantil que acontece na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo.

Onde: Rua Áurea, Vila Mariana

Quando: 24 de fevereiro (domingo), às 13h 

  • Filhinhos da Mamãe

Filhinhos de Mamãe é um bloco infantil que reúne brincadeiras e desfile de carnaval para as crianças de Pirituba, Zona Oeste.

Onde: Avenida Elísio Cordeiro de Siqueira, 1200, Pirituba

Quando: 24 de fevereiro (domingo), às 10h

  • Confraria do Pasmado – Pasmadinho

Pasmadinho é a versão infantil do conhecido bloco de carnaval Confraria do Pasmado. A folia acontece no bairro de Pinheiros, Zona Oeste da cidade.

Onde: Rua dos Pinheiros, Pinheiros

Quando: 2 de março (sábado), às 8h

  • Bloco Urubózinho

“Filho” do bloco Urubó, o Bloco Urubózinho surgiu com a ideia de integrar os pequenos no carnaval da Freguesia do Ó, Zona Oeste de São Paulo.

Onde: Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, Freguesia do Ó

Quando: 2 de março (sábado) e 3 de março (domingo), às 9h

  • Ajayô Kids

Carlinhos Brown vai animar o carnaval das crianças no bloco infantil Ajayô Kids. A folia acontece no parque Ibirapuera.

Onde: Monumento às Bandeiras , Av. Pedro Álvares Cabral, Ibirapuera

Quando: 3 de março (domingo), às 10h

  • Charanguinha do França

O bloco Charanga do França é um dos clássicos de Santa Cecília, região central da cidade. Ele cresceu tanto que acabou surgindo o bloco infantil Charanguinha.

Onde: Rua Major Sertório, Vila Buarque

Quando: 9 de março (sábado), às 9h

  • ErêTantã Bloco do Brincar

Fundado em 2014, quem comanda o bloco são arte-educadores sociais que se dedicam às infâncias. A ideia é facilitar a brincadeira em ambiente aberto.

Onde: Rua Pereira do Lago, Butantã

Quando: 9 de março (sábado), às 13h

  • Bloquinho

O Bloquinho é um dos blocos infantis que vai agitar o bairro de Pinheiros, Zona Oeste da cidade. A ideia é brincar e inspirar a atitude cidadã dos pequenos.

Onde: Praça Vitor Civita, Pinheiros

Quando: 10 de março (domingo), às 9h

Anotou na agenda? Não deixe de ir para a folia curtir com seu filho os blocos de carnaval para crianças que vão acontecer em São Paulo!

Fonte: delas.ig.com.br

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Prévias de incorporadoras mostram reação no 4º tri

A maioria das incorporadoras de capital aberto – com atuação tanto no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida quanto no segmento de médio e alto padrão – deve apresentar melhora nos resultados do quarto trimestre de 2018 na comparação anual, conforme a expectativa do mercado. Na avaliação de analistas, os destaques desta temporada serão, na baixa renda, Tenda e Direcional Engenharia, e nas rendas média e alta, Cyrela e EZTec.

Na quinta-feira, a MRV Engenharia – maior empresa do setor – abre a temporada de balanços. Embora se espere que os resultados da companhia continuem entre os melhores do setor, a média das projeções de Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, J.P. Morgan e Morgan Stanley para o lucro líquido indica queda de 3,7%, no trimestre, para R$ 173,3 milhões. Já a receita líquida média estimada, de R$ 1,42 bilhão, é 3,9% maior do que a de outubro a dezembro de 2017.

Em relatório, o Bradesco BBI e o BTG Pactual dizem esperar leve queda de da margem bruta da MRV devido à representatividade levemente maior da faixa 1,5 do programa habitacional no mix de projetos. A MRV é a top pick do BTG no segmento de baixa renda. O J.P. Morgan cita que lançamentos e vendas da empresa ficaram um pouco abaixo do esperado.

Para a Tenda, a média das projeções do Bradesco BBI, do J.P. Morgan e do Itaú BBA indica alta de 39,8% no lucro líquido, para R$ 50,3 milhões e aumento de 30,8% da receita líquida, para R$ 467 milhões. Na avaliação do J.P., os resultados da Tenda devem ter se mantido fortes, apesar das restrições nos desembolsos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Bradesco BBI avalia que o fluxo de caixa livre da Tenda deva ser expressivo, ainda que menor do que o do terceiro trimestre. Direcional e Tenda são incorporadoras com as melhores recomendações para o Bradesco BBI.

Para a mineira Direcional, o mercado espera retomada da lucratividade, em decorrência do aumento da participação de unidades do programa habitacional em seu mix. A média das estimativas do Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA e J.P. Morgan para o lucro líquido do quarto trimestre é de R$ 16 milhões, ante a perda de R$ 62 milhões no mesmo período de 2017. É esperada receita líquida média de R$ 351,3 milhões, mais do que o dobro dos R$ 170 milhões de um ano antes. O BTG projeta fluxo de caixa livre de R$ 20 milhões para a Direcional.

Conforme o Itaú BBA, os principais destaques do trimestre devem ser Cyrela, EZTec e Direcional.

A média das estimativas do Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, J.P. Morgan e Morgan Stanley apontam lucro líquido de R$ 86,5 milhões para a Cyrela. Isso representa aumento de 76,5% na comparação anual. Para a receita líquida está previsto alta de 17,4%, para R$ 950,4 milhões. O BTG Pactual estima aumento da margem bruta da Cyrela de 32,2% para 34,6% e geração de caixa de R$ 80 milhões.

EZTec tem lucro líquido médio projetado por Bradesco BBI, BTG Pactual, J.P. Morgan e Itaú BBA de R$ 41,3 milhões, maior 65%. A média das estimativas para a receita líquida é de R$ 147,3 milhões, o que indica alta de 71,2%. O Itaú BBA e o J.P. esperam melhora expressiva da receita e das margens da companhia no trimestre. O Bradesco BBI avalia que a redução dos distratos deve ter contribuído para sólida geração de caixa pela EZTec.

Há expectativa também de melhora do resultado líquido da Even Construtora e Incorporadora por parte Bradesco BBI, BTG Pactual, J.P. Morgan e Itaú BBA. As projeções vão de prejuízo de R$ 75,8 milhões a lucro de R$ 3 milhões. Para a receita, a média das estimativas é de R$ 378,2 milhões, com queda de 6,3%. O Itaú BBA tem expectativa que o desempenho da Even seja afetado, negativamente, por contingências relacionadas à impairments (baixas contábeis) de terrenos e despesas gerais e administrativas mais elevadas. O J.P. avalia que os lançamentos recentes da Even devem ter maior contribuição para a receita a partir deste trimestre.

No caso da Gafisa, o prejuízo líquido médio estimado por Bradesco BBI, BTG Pactual e Itaú BBA é de R$ 123,2 milhões, valor 73% menor do que a perda de R$ 462,6 milhões do quarto trimestre de 2017. A média das projeções indica alta de 9,8% da receita líquida, para R$ 180,8 milhões. O BTG estima que a Gafisa consumiu caixa de R$ 10 milhões no quarto trimestre. O Itaú BBA diz esperar que despesas não recorrentes relacionadas a provisões e baixas contábeis pesem nos resultados da Gafisa.

Fonte: ibrafi.org.br

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São Paulo vê retomada do mercado imobiliário e compras de imóveis aumentam 13%

SÃO PAULO – O mercado imobiliário brasileiro já mostra sinais de recuperação em São Paulo. É o que revelam os Indicadores do Registro Imobiliário divulgado pelo Fipe em parceria com a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Em 2018, a capital paulista registrou 159.242 transferências de imóveis, sendo 100.025 delas classificadas como compra e venda de imóveis, que incluem registros de compra e venda, cessão de direitos, permuta e arrematação em hasta pública – um aumento de 13,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Para Ricardo Reis, conselheiro em negócios imobiliários e FIIs, com a aprovação da reforma da Previdência e retomada da confiança e do consumo, o Brasil pode voltar a ser a bola da vez no mercado imobiliário.

Os números do levantamento sustentam tal perspectiva. Entre 2012 e 2016, o total anual de transferências registradas recuou de 204,2 mil para 128,5 mil em São Paulo – uma queda de 37%. Por outro lado, entre 2016 e 2018, a quantidade anual de registros apresentou alta de 23,9% na capital, recuperando parte da queda anterior.

Entre todos os tipos de imóveis transferidos, a predominância foi de apartamentos: 55,4% no acumulado no ano.

Rio de Janeiro
Na “cidade maravilhosa”, porém, a recuperação do mercado imobiliário chega a passos mais lentos.

Segundo o levantamento, foram registradas 66.273 transferências de imóveis em 2018 no Rio de Janeiro, sendo 43.004 categorizadas como compra e venda de imóveis – uma queda de 4,6% em relação ao mesmo período em 2017.

Enquanto São Paulo teve alta de quase 24% no total anual de transferências entre 2016 e 2018, a capital fluminense registrou alta de 12,1%. Por outro lado, na comparação com o mês de novembro, o total de transferências teve alta de 16,8% no último mês do ano, contra queda de 3,5% na capital paulista.

Assim como em São Paulo, a predominância também foi de apartamentos entre os demais tipos de imóveis, com participação de 79,7%.

Fonte: infomoney.com.br

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Bancos privados dão impulso a crédito

Os grandes bancos privados assumiram a dianteira no processo de recuperação do crédito – papel que será reforçado neste ano, a julgar pelas estimativas das próprias instituições financeiras. Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil fecharam 2018 com um estoque de empréstimos e financiamentos de R$ 2,253 trilhões, alta de 5,97% em um ano. O crescimento teria sido de 7,94% se excluído o BB dessa conta.

A disparidade confirma o protagonismo que os bancos privados terão na nova etapa do crédito, numa inversão frente ao que se viu há uma década. No governo Dilma Rousseff, BB e Caixa foram usados para financiar um crescimento econômico baseado no consumo, o que penalizou a rentabilidade e o capital dessas instituições.

Para ajustar as contas com o passado, os bancos públicos já vinham perdendo espaço no crédito desde o início do governo Michel Temer, mas num mercado que estava todo em queda. A participação dos estatais no estoque total de crédito, medido pelo Banco Central, foi de 55,8% em 2015 para 51% em dezembro. Com as carteiras das instituições privadas voltando a crescer mais fortemente no último trimestre de 2018, a tendência é que essa fatia se reduza ainda mais. Os planos do governo de Jair Bolsonaro de reduzir as operações com recursos direcionados também devem contribuir para isso.

“Estamos no ciclo de recuperação, agora vamos entrar num ciclo de crescimento”, afirmou o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Jr., após a divulgação dos resultados no fim de janeiro. O tom contrasta com o adotado ontem pelo presidente do BB, Rubem Novaes. “Você pode levar um cavalo ao bebedouro, mas ele só bebe se quiser. Para o crédito, a mesma situação se apresenta”, disse em entrevista a jornalistas.

A explicação do BB para um crescimento mais tímido do crédito, frente aos pares privados, está no saneamento da carteira. O vice-presidente de negócios de varejo do BB, Marcelo Labuto, disse ontem que algumas linhas – como as de micro e pequenas empresas – passam por esse processo de “limpeza”. “Tenho de desembolsar o suficiente para cobrir as operações que estão saindo e ainda crescer”, disse.

Para o executivo, bancos públicos e privados não partem do mesmo ponto. “O BB nunca deixou de atender as necessidades do mercado, enquanto os concorrentes ora saem, ora retornam, o que faz com que as bases de largada sejam diferentes.”

Se o desempenho do BB foi mais fraco no crédito, por outro lado ajudou a engordar os resultados do setor. Os quatro grandes bancos de capital aberto lucraram juntos R$ 73,2 bilhões no ano passado, em termos ajustados. A cifra representa alta de 12,77% em relação a 2017. Sem o Banco do Brasil na conta, o aumento teria sido de 10,84%.

O BB lucrou R$ 13,513 bilhões no ano passado, alta de 22,2%. A estimativa do banco é entregar um resultado entre R$ 14,5 bilhões e R$ 17,5 bilhões em 2019. “Os números resultam da boa administração que me antecedeu, marcada por contração de despesas, progressivo saneamento da carteira de crédito e correta política de alocação e gestão de capital”, disse Novaes.

O BB tinha R$ 697,3 bilhões em operações de empréstimos e financiamentos no fim de 2018, alta de 1,8% em relação a 2017. Para este ano, a instituição projeta crescimento de 3% a 6%.

Ainda assim, a estimativa é bem inferior à apontada pelos concorrentes. O mais animado do quarteto é o Bradesco, que vem demonstrando bastante otimismo com as perspectivas para a economia e espera crescer entre 9% e 13% no crédito neste ano.

O Itaú prevê alta de 8% a 11% em seu portfólio de empréstimos e financiamentos. “O banco está com planos vigorosos de crescimento na carteira de crédito”, disse o presidente do Itaú, Candido Bracher. Isso inclui, segundo ele, uma disposição maior para oferecer linhas de riscos mais elevados. Já o Santander não divulga estimativas, mas vem avançando em ritmo superior ao dos pares. “Ainda vemos espaço para continuar crescendo com rentabilidade neste ano”, disse o presidente do Santander, Sergio Rial, na divulgação de resultados.

Até agora, a retomada do crédito está concentrada nos segmentos de pessoas físicas e de micro, pequenas e médias empresas. A demanda das grandes companhias ainda é fraca, e parte dela tem sido suprida pelo mercado de capitais.

A expectativa dos bancos, porém, é que haja maior procura das grandes empresas por crédito com a aprovação da reforma da Previdência, cenário que deve levá-las a desengavetar planos de investimentos. “Nas grandes empresas, a demanda já tem melhorado um pouco e poderá melhorar ainda mais quando for aprovada a reforma da Previdência”, destacou Bracher.

No BB, segundo Novaes, as estimativas “modestas” para o crédito poderão ser revisadas caso haja a aprovação de uma reforma da Previdência “muito boa” – o que, para o executivo, hoje é apenas uma “esperança matemática”.

Fonte: ibrafi.org.br

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Com mais confiança e crédito, classe média volta a comprar imóvel

O ano começa animador para o setor imobiliário. A retomada do crédito com recursos da poupança e o aumento expressivo de lançamentos mais caros em 2018 apontam para um retorno das classes médias ao mercado.

Em 2018, o volume financiado para aquisição ou construção de imóveis interrompeu três anos consecutivos de queda e avançou 15%, segundo a Abecip (associação das entidades de crédito imobiliário).

O grande impulso veio do salto de 33% nos valores financiados com recursos da poupança, o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), para R$ 57,4 bilhões.

O setor vinha sendo sustentado mais pela demanda no programa de habitação popular Minha Casa Minha Vida.

Já com recursos do FGTS, muito usado no MCMV, o crescimento em 2018 foi de só 2%, para R$ 60 bilhões —patamar de desembolso que segue em níveis históricos altos. A projeção da associação, porém, é de queda de 5% neste ano.

“O FGTS foi fundamental nos anos de crise. Mas ele tem uma característica de fundo, de recursos limitados. O SBPE volta a ter o papel que sempre teve no mercado, de puxá-lo, ainda que sobre uma base baixa”, afirmou Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Abecip, ao divulgar os resultados do setor.

No auge, em 2014, os desembolsos do SBPE chegaram a R$ 113 bilhões.

Cristiane Magalhães, diretora de crédito imobiliário do Itaú Unibanco, diz ser positivo ver o avanço do mercado em um segmento “mais livre”. “É um movimento mais natural e menos induzido”, afirma.

O financiamento imobiliário no banco subiu 5,8% em 2018.

Para este ano, a Abecip projeta mais um crescimento de 20% do SBPE, a R$ 69 bilhões.

“Essa é uma estimativa diante de um cenário intermediário de incerteza. Não sabemos se as reformas serão aprovadas”, disse Abreu Filho.

Ele se refere especialmente à reforma da Previdência, considerada pelo mercado financeiro passo fundamental para um ajuste fiscal do país.

A perspectiva de que as contas públicas entrem nos eixos ajudou a derrubar os juros de longo prazo, medida importante para a composição das taxas imobiliárias nos bancos.

Há cerca de seis meses, antes das eleições, contratos com vencimento em 2029, por exemplo, tinham taxas a 12%. Hoje, estão em 9%.

“Vai fazer muita diferença para o mercado o que acontecer com essas taxas. Se as reformas passarem, elas vão cair e o apetite dos bancos e de toda a economia aumentam”, disse o presidente da Abecip.

Lançamentos – Os dados da associação consideram crédito para a compra de imóveis prontos. Mas o crescimento expressivo de lançamentos voltados para a média e a alta rendas indica que incorporadores já antecipam alta da demanda também nos estandes de vendas.

Lançamentos para essa faixa avançaram 54% nos 12 meses até novembro, último dado da Abrainc (associação das incorporadoras), na comparação com igual período de 2017. Os lançamentos dentro do MCMV subiram menos, 24%, mas ainda são 75% das novas unidades no mercado.

Mirella Parpinelli, diretora da imobiliária Lopes, apontou que o mercado destravou  em outubro, após a eleição.

“O ano começou com os desafios de muitos feriados, Copa, indefinição política. Mas sabíamos que, dependendo do resultado da eleição, o mercado ia reagir. Animou mais do que imaginávamos”, afirmou.

Segundo ela, a imobiliária vendeu 100% mais no último trimestre do ano e dobrou seu faturamento, na comparação com os três meses finais de 2017. “O impulso veio das classes média e alta. Até o terceiro trimestre, o ticket médio do comprador era de R$ 540 mil, mas no três meses seguintes foi para R$ 705 mil”.

Abecip espera que um bom desempenho da poupança em 2019 estimule ainda mais essa fonte de crédito. O saldo dos recursos aplicados no SBPE atingiu R$ 618,1 bilhões em 2018, segundo a associação, que projeta um crescimento de 11% para 2019.

“Já coloca um compromisso nos bancos, uma pressão para financiar mais em 2019”, disse Abreu Filho.

Para Magalhães, do Itaú, a maior disponibilidade de dinheiro para emprestar é um incentivo. Ela destacou também mudanças que entraram em vigor em janeiro que ajudam a flexibilizar o uso, pelos bancos, de recursos da poupança para financiamento imobiliário.

Além disso, a combinação de inflação e juros baixos, benéfica para o setor, que vigorou ao longo de 2018 deve perdurar.

Foi de olho nisso que o bancário Raphael Messagi, 24, decidiu trocar uma casa da família em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, pelo seu primeiro apartamento próprio —uma unidade de um quarto no Ipiranga (na zona sul da capital paulista), que deve ser entregue em 2020.

“Eu procurei bastante. Esperei para ver a questão das taxas. Com a Selic [taxa básica de juros] baixa, vi que não havia previsão de elas subirem tão cedo e achei que era a hora de comprar”, disse.

O juro médio do financiamento imobiliário chegou a 9,5% ao ano em dezembro, segundo o Banco Central —e pode ser próximo de 8% em grandes bancos, dependendo do cliente.

A competição aumentou, as taxas caíram. Não vejo perspectiva para cederem mais, mas também não devem subir”, disse Magalhães.

Segundo Abreu Filho, hoje há políticas e preços semelhantes aos melhores momentos do crédito imobiliário no país. “Se não estamos fazendo ainda mais crédito é porque, de fato, estamos esperando o cliente ter mais coragem e ir para o balcão de venda”.

“A volta da confiança do consumidor é fundamental para uma aquisição de longo prazo como um imóvel”, disse Felipe Cunha, diretor de incorporação da Living, braço da Cyrela.

Para isso, o mercado de trabalho precisa avançar. A taxa de desemprego ficou estável em 2018, a 11,6%, mas o país ainda fechou o ano com 12,1 milhões de pessoas sem trabalho.

“Este ano já demonstra um aquecimento muito mais intenso. Mas o volume mais forte [de compra] deve vir a partir do momento em que os índices de desemprego caírem”, disse Emilio Fugazza, diretor financeiro e de relações com investidores da Eztec.

Por parte dos empresários, a cautela é maior. O índice de confiança geral da construção ficou estável em janeiro na comparação com dezembro, mas o segmento de edificações avançou.

“Começamos a ter um pouco de luz. Para este ano, a lei dos distratos ajuda bastante”, disse Milton Bigucci, presidente da MBigucci. O texto regulamentou multa de até 50% do valor já pago pelo consumidor que desistir da compra do imóvel.

Focada na classe média, a incorporadora segurou lançamentos nos últimos anos e investiu R$ 120 milhões em terrenos na capital paulista e região metropolitana para garantir novos empreendimentos por mais de uma década.

Mas, dizem especialistas, a combinação de aumento da demanda, com consequente queda de estoques, e o baixo ritmo de construção nos últimos quatro anos deve elevar o preço dos imóveis, principalmente nas grandes capitais.

Fonte: ibrafi.org.br

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Índice FipeZap encerrou janeiro com variação positiva

O Índice FipeZap de Venda Residencial encerrou o mês de janeiro de 2019 com variação de +0,13% na comparação com o mês anterior. O percentual é inferior à inflação esperada para o mês, de +0,38% (IPCA/IBGE), segundo aponta o Boletim Focus do Banco Central do Brasil*. Com isso, o preço médio de venda de imóveis residencial encerraria o mês com queda real (-0,25%). Entre as 16 capitais monitoradas pelo Índice FipeZap, Curitiba apresentou a maior elevação de preço no mês (+1,27%), enquanto Campo Grande registrou a maior queda (-1,53%).

O Índice FipeZap de Venda Residencial encerrou o mês de janeiro de 2019 com variação de +0,13% na comparação com o mês anterior. O percentual é inferior à inflação esperada para o mês, de +0,38% (IPCA/IBGE), segundo aponta o Boletim Focus do Banco Central do Brasil*. Com isso, o preço médio de venda de imóveis residencial encerraria o mês com queda real (-0,25%). Entre as 16 capitais monitoradas pelo Índice FipeZap, Curitiba apresentou a maior elevação de preço no mês (+1,27%), enquanto Campo Grande registrou a maior queda (-1,53%).

Nos últimos 12 meses, o Índice FipeZap acumula ligeiro recuo nominal (-0,06%), resultado que o coloca o preço médio de venda de imóveis residenciais perto da estabilidade no período. Como a inflação acumulada nos últimos 12 meses é de 3,76%, segundo o IPCA (IBGE), a variação real do Índice FipeZap no período é de -3,70%, indicando queda do preço médio de imóveis residenciais. Entre as capitais monitoradas, Curitiba novamente se destaca com o maior aumento nominal de preço no período (+4,41%), sendo, inclusive, a única capital a superar a inflação do período. Por outro lado, Maceió apresenta entre as demais capitais a maior queda de preços acumulada nos 12 meses encerrados em janeiro de 2019 (-5,32%).

O preço médio do m² em janeiro de 2019 foi de R$ 7.174 entre as 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap. O município do Rio de Janeiro se manteve como a capital com o preço do m² mais elevado (R$ 9.474/m²), seguida por São Paulo (R$ 8.831/m²) e Brasília (R$ 7.243/m²). Já entre as capitais monitoradas com menor valor médio de venda residencial por m², destacaram-se: Campo Grande (R$ 4.070/m²), Goiânia (R$ 4.214/m²) e Maceió (R$ 4.562/m²).

Fonte: http://investimentosenoticias.com.br

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Perspectivas para o mercado imobiliário em 2019

Este Ano deve ser o ano da retomada do mercado imobiliário no Brasil. Recentes levantamentos do setor indicam um viés de alta nos últimos meses de 2018. A esperança é que a nova equipe econômica do Governo Federal consiga ajustar as contas públicas, gerar mais empregos, melhorar a renda do trabalhador e manter a tendência de queda dos juros aplicados nos financiamentos de imóveis.

O mercado imobiliário possui um ciclo composto por quatro fases: expansão, excesso, recessão e recuperação. Após a crise que assolou o mercado imobiliário no começo desta década, entramos na fase da recuperação no segundo semestre de 2017. Desde então, o setor passou a demonstrar melhoras gradativas e substanciais, em especial nas vendas, que cresceram cerca de 10% neste ano.

Devido a diversos fatos, entre os quais se pode destacar a queda da inflação, a diminuição da taxa de juros e de financiamento, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, a iminente regulação do distrato e ainda as definições políticas nos cenários estaduais e federal, o mercado imobiliário tem notado um significativo aumento no índice de confiança de empresários e consumidores.

Prova disso é que houve um aumento de 52% no número de unidades comercializadas na cidade de São Paulo de janeiro a junho de 2018, em comparação com o mesmo período de 2017, melhor resultado desde o início da crise em 2013. Outro exemplo que demonstra a reação do mercado imobiliário é que o lançamento de novos projetos cresceu 30% no terceiro trimestre deste ano e, segundo corretores e investidores, a movimentação cresceu ainda mais depois das eleições.

Esse ambiente tem criado expectativas bastante positivas para o setor em 2019. Segundo dados, sinais, indicadores e sobretudo especialistas, deveremos entrar em um período de normalidade econômica. Com isso, a tendência é de crescimento para o próximo ano, ainda mais considerando que teremos a entrada em vigor de algumas novidades, como o aumento do teto para a compra de imóvel com FGTS para R$ 1,5 milhão e a ampliação do Programa Minha Casa Minha Vida.

Ao que tudo indica, 2019 deve ser um bom ano para quem quer vender ou comprar um imóvel e também para quem quer investir no mercado, seja no setor residencial, cuja tendência são imóveis compactos com infraestrutura e a locação por temporada, seja no setor comercial, no qual as empresas têm apostado em um conceito mais colaborativo, com espaços mais amplos e menos divididos, seja ainda em fundos imobiliários, que voltam a ser uma boa opção de investimento.

Fonte: adimplente.jusbrasil.com.br