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Avenida Rebouças recebe enorme expansão imobiliária

A avenida ganhará um “banho de loja” com a chegada de mais de 2 000 apartamentos e salas comerciais nos próximos meses

Até poucos meses atrás, quem passava pela Avenida Rebouças, uma das mais movimentadas da cidade, deparava com dezenas de casas antigas em decadência, muitas ostentando plaquinhas de “vende-se” ou “aluga-se”. Agora, com uma nova leva de modernos prédios prestes a irromper nos ares, o pedaço, antes ocupado majoritariamente por imóveis que funcionavam em horário comercial, está na iminência de tornar-se um valorizado point sem hora para fechar.

Entre abril de 2017 e agosto deste ano, a prefeitura autorizou seis projetos de edifícios de uso misto, e no momento está analisando a documentação de outros dois. Desses, sete ficam no lado de Pinheiros e um no dos Jardins. Ao todo, serão mais de 1 700 apartamentos, 250 quartos de hotel ou flats, 25 lojas instaladas no térreo, além de dezenas de unidades de escritórios, um cinema e duas academias. Tudo entre os dois badalados bairros da Zona Oeste e no meio do caminho para os parques Ibirapuera e Villa-Lobos.

Ali, o metro quadrado não sai por menos de 16 000 reais, o dobro da média da metrópole. A mudança urbanística da região é um exemplo da concretização do Plano Diretor, de 2014, que estabelece uma série de benefícios às construtoras que erguerem prédios em vias adjacentes aos sistemas de transporte — pertencentes à chamada Zona de Estruturação Urbana (ZEU).

A Rebouças, além de receber dezenas de linhas de ônibus, ganhou neste ano a Estação Oscar Freire, da Linha 4-Amarela do Metrô. Em contrapartida ao benefício de poderem construir até quatro vezes mais que o permitido anteriormente nessas áreas, as empresas precisam cumprir diversas exigências, como trocar os muros por comércios no térreo e aumentar o espaço livre da calçada. O número de vagas por unidade residencial, na maioria das vezes, não pode passar de um. “Um dos objetivos dessa lei é preservar o miolo do bairro e resguardar a memória desses territórios”, afirma o arquiteto e urbanista Fernando Túlio, presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) em São Paulo.

Um dos primeiros empreendimentos a ganhar corpo, o Wide São Paulo está localizado entre as ruas Capitão Antonio Rosa e Dante Carraro. Em 4 600 metros quadrados de terreno serão erguidos um hotel da rede Hilton Garden Inn, com 170 quartos, um cinema com quatro salas (Cinemark), uma academia e quatro lojas no térreo, além de 339 unidades residenciais.

Com previsão de entrega em maio de 2021, os apartamentos medirão entre 29 e 130 metros quadrados, e o mais caro custa mais de 2 milhões de reais. Todas as unidades foram vendidas em apenas quatro meses. “Compramos o terreno há cinco anos pensando em fazer um projeto menor, mas, com a aprovação do novo Plano Diretor, elaboramos algo mais ousado para fazer jus ao que vai se tornar essa avenida no futuro”, diz Marcelo Bonanata, diretor de vendas da Helbor.

Com vista para o mar de vegetação arbórea tombada do bairro dos Jardins, o espaço terá 22 andares e área de coworking. “A Rebouças estava virando um cemitério de imóveis e agora ganhará vida com projetos que proporcionam interação com a cidade”, afirma o arquiteto Wilson Marchi, responsável pelo Wide.

Outras obras modernas prometem incrementar ainda mais o pedaço. Com dois empreendimentos aprovados pela prefeitura na avenida, a Vitacon vai construir 620 apartamentos — um terceiro condomínio será lançado no ano que vem. O mais adiantado deles fica na esquina com a Rua Capote Valente e tem entrega prevista para daqui a dois anos. O prédio terá 27 andares, com 331 unidades residenciais e comerciais que vão de 28 a 117 metros quadrados, a um custo médio de 820 000 reais cada uma. O espaço fornecerá uma série de serviços compartilhados, como horta, cozinha, coworkings, carros, bicicletas e patinetes elétricas. No 15º andar haverá uma piscina, spa, área para meditação e uma arquibancada para os condôminos contemplarem a cidade, em uma espécie de parque suspenso.

O segundo imóvel da Vitacon na região, na esquina com a Rua Oscar Freire, foi lançado na semana retrasada. Ali serão 404 apartamentos de 14 a 158 metros quadrados. “A demanda tem sido tão grande que já atingimos 98% de vendas”, diz o presidente da companhia, Alexandre Lafer Frankel, conhecido no mercado como “rei dos ‘apertamentos’”, em alusão aos microapartamentos que vem construindo pela cidade nos últimos anos. O menor deles, de apenas 10 metros quadrados (o tamanho de uma van), está em obras na Vila Buarque, no centro.

Outro empreendimento que está em fase de construção, pela incorporadora Nortis, chama atenção por dois motivos. O primeiro é o estande de vendas localizado na esquina com a Rua Cristiano Viana, decorado com andaimes e luzes de LED. À noite, tem-se a impressão de que os balões quadriculados e iluminados estão voando. A segunda razão é de ordem técnica. O projeto do condomínio, que terá 25 andares e apartamentos de 36 a 93 metros quadrados, chegou à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL) em 6 de abril deste ano e foi liberado menos de três meses depois, graças ao recém-lançado programa Aprova Rápido.

“Quando a documentação está em ordem e não há a necessidade de interferência de outros órgãos, como os ambientais, não existe motivo para a liberação demorar dois anos, como ocorria antes”, afirma a secretária Heloisa Proença. Completa a relação de novos prédios da avenida um empreendimento da construtora SKR, que terá acesso direto à Rua dos Pinheiros por meio de um jardim de 700 metros quadrados, e mais dois que ficarão próximos da Avenida Faria Lima, das empresas JFL e Nobe.

Por pertencerem à mesma Zona de Estruturação Urbana da Rebouças, outras ruas próximas, onde antes havia pouca ou nenhuma liberação para grandes construções, agora podem abrigar prédios maiores. Isso já é visto em vias como Melo Alves, Gabriel Monteiro da Silva e Chabad. Nessa última, as duas torres serão interligadas por um jardim aberto ao público em geral. “Vivemos numa cidade muito segregada, que, em nome da segurança, preferiu proteger os prédios com muros”, afirma o arquiteto Luis Felipe Aflalo Herman, da Aflalo/Gasperini.

A construção de edifícios mistos na região, além de alterar a paisagem antes dominada por casarões, vai atrair um novo perfil de moradores. “O público-alvo para esses apartamentos menores será formado por gente jovem, de 20 a 30 anos, solteira ou recém-casada”, prevê a corretora de imóveis Maria Valentina Caran, 29 anos, dez deles trabalhando com a mãe, Valentina Caran.

Um levantamento realizado pelo Grupo Zap mostra que 59% dos apartamentos terão apenas um dormitório e somente 7% das unidades possuirão três quartos. “Quase metade das ofertas (46%) será de residências com no máximo 35 metros quadrados”, afirma Sérgio Castelani, economista do Grupo ZAP. Outra mudança tem a ver com a mobilidade. Como 75% dos apartamentos contarão no máximo com uma vaga de garagem e 17% não terão direito a estacionamento, a tendência é que os novos habitantes utilizem a rede de transportes existente.

“A essência do Plano Diretor prevê que as pessoas, ao se mudarem para essas áreas, não sejam mais tão dependentes de automóvel”, afirma o arquiteto e urbanista Nabil Bonduki, um dos idealizadores, na Câmara Municipal, da legislação aprovada pela prefeitura em 2014, durante a gestão de Fernando Haddad (PT). “O desafio agora é que essa mesma tendência seja levada para outras avenidas da cidade, como a Santo Amaro (Zona Sul) e a Celso Garcia (do centro à Zona Leste).

Há um ano, VEJA SÃO PAULO apresentou uma reportagem que mostrava a grande quantidade de imóveis vagos na Rebouças. Em oito quarteirões localizados entre as avenidas Brigadeiro Faria Lima e Brasil, quarenta das 120 casas existentes nos dois lados da via estavam vazias. Hoje, contando-se a avenida inteira, esse número não chega a trinta.

Um dos motivos para a degradação da via foi a crise econômica a partir de 2014, que derrubou o mercado imobiliário. A segunda razão remonta a uma década atrás, quando da inauguração do Túnel Fernando Vieira de Mello. Na época, a passagem provocou um aumento significativo de tráfego, mas tirou a atratividade dos imóveis. “Aquele túnel foi o começo do fim da Rebouças”, opina o advogado Sérgio Marques da Cruz Filho, que cansou de pagar 4 000 reais mensais de IPTU de seu imóvel e mudou seu escritório para a região da Avenida Paulista há cerca de dois anos. “Dei graças a Deus pela mudança, mas quem tiver a paciência que eu não tive vai ver que a avenida voltará a ser o que foi um dia”, afirma.

A despeito da pujança urbanística que está prestes a viver, a Rebouças ainda apresenta alguns locais que não foram atendidos pelo Plano Diretor de quatro anos atrás e pela revisão da Lei de Uso e Ocupação do Solo, de 2016. No lado dos Jardins (sentido Avenida Paulista), entre a Avenida Faria Lima e a Rua Estados Unidos, a resolução de tombamento pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) e o Zoneamento da área impedem a construção de edificações maiores do que as que estão ali, além da utilização unifamiliar — mesmo os sobrados maiores não podem ser subdivididos em duas ou três unidades de moradia.

“O novo desafio agora é reordenar o setor adormecido pelo tombamento, que é fundamental para dar vida residencial e familiar à região mais plana”, prevê o vereador José Police Neto (PSD). Na vizinha Rua dos Pinheiros, um grupo de empresários quer aproveitar a onda de renovação e promover uma readequação no sistema viário, instalando bancos, eliminando vagas de estacionamento, ampliando as áreas livres das calçadas e facilitando a travessia dos pedestres.

“Estamos conversando com a prefeitura para que a rua vire um grande bulevar, com floreiras e espaço para estacionamento de bicicletas, mas sempre respeitando os carros que ali trafegam e os proprietários dos imóveis vizinhos”, diz o arquiteto Marcos Boldarini, um dos responsáveis pelo projeto piloto, que será instalado entre as ruas Joaquim Antunes e Cônego Eugênio Leite. A iniciativa será bancada por uma empresa privada, que doará oito áreas de conforto (sofás, pufes e vasos) e as tintas para a nova sinalização.

Inaugurada em 1916, a Avenida Rebouças recebe, nos períodos de pico, 4 000 veículos de passeio por hora. Nos corredores exclusivos, circulam 500 ônibus a cada hora. A via, uma das poucas da cidade que não possuem fiação aérea, tem 4 quilômetros de extensão e ganhou o nome em homenagem ao engenheiro negro e líder abolicionista André Rebouças, que participou da Guerra do Paraguai e projetou a estrada de ferro que vai de Curitiba ao litoral paranaense, no século XIX.

“É totalmente correto verticalizar as edificações em áreas dotadas de transporte de massa, de grande capacidade, com o cuidado de ofertar poucas vagas de estacionamento”, afirma o engenheiro de tráfego Sérgio Ejzenberg. “O resultado é que a nova população passará a fazer viagens menores a pé ou utilizando o sistema de transporte que está disponível a poucos passos da porta de casa.”

Fonte: vejasp.abril.com.br

 

 

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Mercado financeiro projeta inflação em 4,44% para este ano

Instituições financeiras, pesquisadas pelo Banco Central (BC), esperam que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), termine este ano em 4,44%. Na semana passada, a projeção estava em 4,43%. Esse foi o sexto aumento consecutivo.

Para 2019, a projeção da inflação foi ajustada de 4,21% para 4,22%. Para 2020, a estimativa segue em 4% e, para 2021, caiu de 3,92% para 3,78%.

A projeção do mercado financeiro ficou mais próxima do centro da meta deste ano, que é 4,5%. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Para 2020, a meta é 4% e, para 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

Taxa básica

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018.

Para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano. Para o fim de 2020, a projeção permanece em 8,25% ao ano e em 8% ao ano no fim de 2021.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Crescimento econômico

As instituições financeiras mantiveram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 1,34% este ano e ajustaram de 2,50% para 2,49%, a estimativa para 2019.

Para 2020 e 2021, a estimativa segue em 2,50%.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

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Cartórios são principais aliados para compra de imóveis com segurança

Comprar um imóvel não é decisão fácil, mas os cartórios de notas têm os mecanismos que conferem segurança jurídica total aos negócios imobiliários. A imparcialidade diante das partes envolvidas na transação, é outro aspecto a garantir soluções efetivas nesse processo, com credibilidade.

O advento da Lei Federal nº 13.097, de 2015, foi um marco para o direito registral imobiliário, criando o “princípio da concentração dos atos na matrícula”, o que coíbe fraudes e simplifica bastante o processo. A Lei estabelece a certidão de matrícula atualizada como o principal documento a ser analisado para apurar a situação real dos imóveis, o que dispensa documentação complementar.

Pela legislação, agora basta a análise da certidão de matrícula para avaliar a viabilidade e a segurança da aquisição imobiliária. No futuro, em caso de contestação judicial, valerá o que estava registrado no documento na data da compra.

Como é obrigatório o registro de todos os atos a respeito do imóvel, essa forma de publicidade salvaguarda os direitos de terceiros e quem adquire um imóvel não pode ter a transação questionada por causas que não constarem da matrícula.

É mais um aspecto da desburocratização conquistada nos últimos anos, graças aos serviços prestados pelos cartórios.

Mas para se livrar de qualquer risco, outros instrumentos também estão disponíveis  e com rapidez assegurada pela integração de dados entre os cartórios brasileiros. Assim, a população consegue todas as certidões complementares que descartem a existência de débitos tributários e trabalhistas, por exemplo.

“Mesmo com a lei, é bom buscar certidões de efeitos ajuizados para ver se o vendedor tem algum problema sério como dividas e arrestos. É uma forma de garantir ainda mais segurança jurídica”, explica o presidente do Colégio Notarial do Brasil/MS, Ely Ayache.

É bom saber que, nas transações que envolvem uma boa quantia em dinheiro, a imparcialidade dos cartórios garante as orientações necessárias sobre quais certidões incidentes devem ser requeridas sobre o imóvel objeto da transação.

Apesar de parecer evidente a responsabilidade do vendedor por eventual perda do bem por força de decisão judicial, com a modernização dos cartórios não há motivos para enfrentar a dor de cabeça em eventual disputa judicial pelo imóvel com terceiro.

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Tudo O Que Você Precisa Saber Sobre Taxa De Evolução De Obra!

A maioria dos consumidores não conhecem muito bem todos os detalhes que envolvem a compra de um imóvel na planta. O resultado são clientes com diversas dúvidas, principalmente em relação às cobranças de taxas e encargos. Uma delas, que normalmente geram diversos problemas, é a taxa de evolução de obra.

Ainda que permitida por lei, é comum encontrar clientes que questionam o pagamento desta taxa e também construtoras e corretores que se utilizam de má-fé ao efetuar a cobrança. Sendo assim é fundamental entender o que é a taxa de evolução de obra, quando ela pode ser cobrada e quando se torna abusiva.

O Que É A Taxa De Evolução De Obra?

A taxa de evolução de obra, também conhecida como juro de obra, é composta por juros e correção monetária que são pagos à Caixa Econômica Federal, na maioria das vezes, ou ao agente financeiro correspondente pela liberação progressiva de valores às construtoras para construírem as unidades que ainda estão a venda.

Sendo assim, o comprador se torna responsável pelo financiamento assinado junto ao banco para a construção do imóvel ainda na fase de obras. Ele pagará a construtora a entrada e as parcelas do financiamento e, para o banco, os juros relativos ao percentual do valor contratado.

Por um longo tempo, houve o entendimento que, antes da entrega das chaves, não poderia ser cobrada essa taxa, Porém o Superior Tribunal de Justiça, com um acórdão de 2012, passou a permitir a cobrança caso ela esteja descrita em contrato.

Em Que Momento A Construtora Pode Fazer A Cobrança Dessa Taxa?

Por falta de conhecimento, muitas pessoas acreditam que essa cobrança é sempre indevida. Entretanto, a construtora está legalmente amparada a cobrar a taxa de evolução de obra durante todo o período da construção do imóvel, desde que cumpra algumas condições. São elas:

A construtora deve, sem exceções, informar ao comprador em todos os momentos da transação. E essa cobrança deve estar presente, em detalhes, em uma cláusula no contrato. No contrato de compra e venda do imóvel, também deve estar descriminada a data da entrega das chaves, ela é quem determinará o fim das cobranças da taxa. Caso o cliente continuar pagando após a data estipulada, essa cobrança passa a ser ilegal.

Após assinado o contrato é entendido que o cliente está ciente da existência dessa taxa, assim sendo, não é cabível que ele se recuse a pagá-la. Isso pode ser definido como quebra de contrato, o que resultará em pagamento de multas e demais penalidades previstas em contrato e pela legislação.

Quando A Cobrança Se Torna Abusiva?

A cobrança passa a ser abusiva e torna-se ilegal após o fim do prazo de construção da obra e após a entrega das chaves.

Porém, por diversos motivos, quase nunca o prazo de entrega das chaves é cumprido pela construtora. De forma que as construtoras de veem obrigadas a assumir os valores dos juros por um período que vai muito além do estipulado em contrato.

O comprados jamais, em hipótese alguma, pode ser penalizado pelo atraso das obras. Caso isso aconteça é indicado que o cliente exija a suspensão imediata da cobrança.

Quer saber mais sobre as negociações de imóveis na planta? Deixe o seu comentário quem sabe a gente não faça um novo post com a sua dica!

Fonte: publicidadeimobiliaria.com

 

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Financiamento imobiliário

Santander Brasil entra na linha de financiamento imobiliário Pró-Cotista
Atualmente, a Pró-Cotista, financiamento imobiliário mais barato do mercado, é operada apenas por Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil

São Paulo – O Santander Brasil começou discretamente a oferecer empréstimos para compra da casa própria por meio da linha Pró-Cotista, que usa recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), segundo documentos obtidos pela Reuters.
Atualmente, a Pró-Cotista, financiamento imobiliário mais barato do mercado, é operada apenas por Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

O Bradesco informou que começará a operar a linha Pró-Cotista a partir de janeiro de 2019.

Na prática, todos podem operar com essa linha, mas os bancos privados nunca se interessaram por ela.

Mesmo sendo o primeiro banco privado a entrar no setor, o Santander Brasil não considera fazer divulgação ampla do produto. Além de os recursos do FGTS serem mais escassos do que os da caderneta de poupança, o próprio banco captou menos de…

Leia mais em: https://abr.ai/2Kmyl7E

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Seguro Habitácional

Vigência de seguro habitacional está vinculada ao período de financiamento

“A vigência do seguro habitacional está marcadamente vinculada ao financiamento, já que tem a precípua função de resguardar os recursos públicos direcionados à aquisição do imóvel, realimentando suas fontes e possibilitando que novos financiamentos sejam contratados, em um evidente círculo virtuoso.”

O entendimento é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento de recurso especial contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). A decisão recorrida havia mantido sentença que extinguiu o processo por ausência de interesse de agir, em ação na qual o autor pedia…

Leia mais em: https://bit.ly/2xbDjAc

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Construção civil deve impulsionar economia, diz ministro das Cidades

O Ministro das cidades, Alexandre Baldy, informou nesta sexta-feira (14) que o governo federal reduziu em mais de 80% o estoque de obras paralisadas no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida.

Segundo ele, havia 181 mil unidades com a construção paralisada em 2011, oriundas de contratos feitos entre 2006 e 2011, das quais agora restam 29 mil, sendo que boa parte delas está parada por questões judiciais.

Ele deu essas informações ao participar do Fórum Brasileiro das Incorporadoras, evento da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), no hotel Renaissance. Na avaliação do ministro, todos os indicadores mostram que o governo federal conseguirá cumprir a meta de fechar 2018 com a contratação de…

Leia mais em: https://bit.ly/2PLsdsI